ARAPUÁ

(Trigona spinines)

A Arapuá, também conhecida pelos nomes arapuã, irapuã, irapuá e aripuá no Nordeste do Brasil, é uma espécie de abelha social sem ferrão pertencente à tribo meliponini, caracterizada por sua coloração negra reluzente. Seu nome, derivado do tupi eírapu'a, está relacionado ao formato de sua colmeia.

Com um comprimento que varia de 6,5mm a 7mm, a Arapuá possui pernas ocreadas e asas quase negras na metade basal, tornando-se um pouco mais claras na metade apical. Sua coloração geral é negra e reluzente, com corbículas no terceiro par de patas apresentando uma tonalidade um pouco mais clara, amarelada ou marrom

Esta abelha é encontrada em todo o Brasil, do Pará ao Rio Grande do Sul, e também em partes da Argentina, Paraguai, Colômbia, Guiana e Peru, conforme o Catálogo Moure. Suas colônias são notavelmente populosas, podendo atingir até 180 mil indivíduos.

A colmeia da Arapuá é externa, aérea e globosa, construída entre os galhos das árvores, geralmente na copa, a alturas de 4 a 9 metros acima do chão. A característica distintiva da colmeia de formato redondo é crucial para sua identificação, e o nome da espécie, do tupi eírapu'a, significa "mel redondo". O ninho pode atingir meio metro de diâmetro e possui uma coloração marrom.

A entrada da colmeia é feita por um tubo curto, possivelmente dividido por septos verticais, sem ornamentação radial. Durante a noite, a entrada fica aberta, e a colmeia abriga um grande número de abelhas-guardas. As estruturas da colmeia incluem batume, escutelo, invólucro, câmara de cria e potes de alimento.

Ao contrário das colônias de Apis mellifera, o estoque de alimento da Arapuá não é armazenado em favos, mas em pequenos potes de cera em formato oval, com cerca de 1 cm a 1,5 cm. Esses potes recebem depósitos de pólen ou mel.

Embora desprovida de ferrão, a Arapuá exibe comportamento defensivo. Quando se sentem ameaçadas, as abelhas voam ao redor de seus agressores, mordiscando-os com suas mandíbulas. Elas podem buscar penetrar em orifícios, como orelhas e narinas, e enrolam-se nos pelos e cabelos de pessoas ou animais para assustá-los e afastá-los da colmeia. Esse comportamento evoluiu como resposta à predação por mamíferos, aves e outros animais que se alimentam das abelhas, do mel ou de outras partes da colônia.

O mel produzido pela Irapuã é armazenado na colmeia, em alvéolos grandes, conhecidos como potes de cera. Este mel é muito procurado, pois lhe são atribuídas propriedades medicinais. Vale lembrar, que por mais saboroso que seja este mel, o mesmo precisa ser tratado com pasteurização ou outros métodos, pois como ela costuma coletar fezes de animais, seu mel pode conter coliformes fecais, tornando-se perigoso para a saúde.

ARAPUÁ

(Trigona spinines)

A Arapuá, também conhecida pelos nomes arapuã, irapuã, irapuá e aripuá no Nordeste do Brasil, é uma espécie de abelha social sem ferrão pertencente à tribo meliponini, caracterizada por sua coloração negra reluzente. Seu nome, derivado do tupi eírapu'a, está relacionado ao formato de sua colmeia.

Com um comprimento que varia de 6,5mm a 7mm, a Arapuá possui pernas ocreadas e asas quase negras na metade basal, tornando-se um pouco mais claras na metade apical. Sua coloração geral é negra e reluzente, com corbículas no terceiro par de patas apresentando uma tonalidade um pouco mais clara, amarelada ou marrom

Esta abelha é encontrada em todo o Brasil, do Pará ao Rio Grande do Sul, e também em partes da Argentina, Paraguai, Colômbia, Guiana e Peru, conforme o Catálogo Moure. Suas colônias são notavelmente populosas, podendo atingir até 180 mil indivíduos.

A colmeia da Arapuá é externa, aérea e globosa, construída entre os galhos das árvores, geralmente na copa, a alturas de 4 a 9 metros acima do chão. A característica distintiva da colmeia de formato redondo é crucial para sua identificação, e o nome da espécie, do tupi eírapu'a, significa "mel redondo". O ninho pode atingir meio metro de diâmetro e possui uma coloração marrom.

A entrada da colmeia é feita por um tubo curto, possivelmente dividido por septos verticais, sem ornamentação radial. Durante a noite, a entrada fica aberta, e a colmeia abriga um grande número de abelhas-guardas. As estruturas da colmeia incluem batume, escutelo, invólucro, câmara de cria e potes de alimento.

Ao contrário das colônias de Apis mellifera, o estoque de alimento da Arapuá não é armazenado em favos, mas em pequenos potes de cera em formato oval, com cerca de 1 cm a 1,5 cm. Esses potes recebem depósitos de pólen ou mel.

Embora desprovida de ferrão, a Arapuá exibe comportamento defensivo. Quando se sentem ameaçadas, as abelhas voam ao redor de seus agressores, mordiscando-os com suas mandíbulas. Elas podem buscar penetrar em orifícios, como orelhas e narinas, e enrolam-se nos pelos e cabelos de pessoas ou animais para assustá-los e afastá-los da colmeia. Esse comportamento evoluiu como resposta à predação por mamíferos, aves e outros animais que se alimentam das abelhas, do mel ou de outras partes da colônia.

O mel produzido pela Irapuã é armazenado na colmeia, em alvéolos grandes, conhecidos como potes de cera. Este mel é muito procurado, pois lhe são atribuídas propriedades medicinais. Vale lembrar, que por mais saboroso que seja este mel, o mesmo precisa ser tratado com pasteurização ou outros métodos, pois como ela costuma coletar fezes de animais, seu mel pode conter coliformes fecais, tornando-se perigoso para a saúde.

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